Operador de máquina com câncer raro mobiliza campanha para custear tratamento de R$ 350 mil
- 8 de jul. de 2025
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A história de luta de Marcelo de Oliveira Machado, de 49 anos, tem sensibilizado amigos, familiares e internautas nas redes sociais. Operador de pá carregadeira na Construtora Fagundes, em Butiá, na Região Carbonífera do Rio Grande do Sul, ele foi diagnosticado recentemente com um câncer raro e agressivo no peritônio — membrana que reveste os órgãos do abdômen — que já se espalha por quase toda a região abdominal.
Para enfrentar a doença, Marcelo precisa realizar uma cirurgia de grande porte, com duração entre 10 e 12 horas, seguida de internação em UTI e um período de recuperação estimado entre 40 e 50 dias. Ao fim do procedimento, ele ainda passará por uma quimioterapia específica chamada HIPEC (quimioterapia hipertérmica intraperitoneal), que é aplicada diretamente no local da cirurgia.
O problema é que esse tipo de tratamento não é oferecido pelo SUS no Rio Grande do Sul, sendo realizado apenas em centros especializados nos estados do Paraná e de São Paulo. Segundo Marcelo, o tempo de espera na rede pública é incompatível com a urgência do caso. Além disso, a Unimed — seu plano de saúde — não cobre a maior parte dos custos do procedimento.
Valor do tratamento
O custo total estimado do tratamento é de R$ 350 mil, valor que Marcelo e sua família não têm condições de arcar sozinhos. Diante disso, ele iniciou uma campanha de arrecadação com o apoio de familiares, colegas de trabalho e a comunidade.
“Qualquer ajuda será muito bem-vinda. Não tenho tempo a perder, e cada contribuição pode fazer a diferença para que eu tenha a chance de me recuperar”, apela Marcelo em publicação nas redes sociais.
Como contribuir:
Doações podem ser feitas via Pix:
📱 Chave Pix: 51998333971
🏦 Banco: Banrisul
👤 Titular: Marcelo de Oliveira Machado

O câncer peritoneal é considerado raro e de difícil tratamento, exigindo procedimentos cirúrgicos delicados e terapias combinadas. A técnica HIPEC é um avanço importante no combate à doença, mas ainda está restrita a centros médicos especializados e não é amplamente disponibilizada pelo sistema público de saúde em diversos estados.
A mobilização em torno de Marcelo cresce a cada dia, refletindo a solidariedade de uma comunidade que se une para dar esperança a um trabalhador dedicado e pai de família que agora enfrenta o maior desafio de sua vida.









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